| . |


|
 |
|
|
Domingo, no Maracanã...

Clique na imagem para o tamanho original, caso tenha dificuldade para ler.
Escrito por Nicholas Siqueira às 00h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Adeus Nike!
O Jornal dos Sports informa em primeira mão que a Nike não será mais nossa fornecedora de materiais esportivos. A notícia é velha e era apenas questão de tempo, a novidade é que ela virá antes do esperado e ainda de forma apimentada.
Após a polêmica com a camisa comemorativa do título estadual deste ano, sendo vendida antes mesmo da decisão, o departamento jurídico do Fla, por meio do nosso competentíssimo advogado Michel Asseff, confirmou que não tem mais volta e a recisão já está encaminhada. A novidade é que o clube entrará na justiça contra a fornecedora pedindo indenização por danos morais, uma vez que o episódio teria sido "arranhado" a imagem do Flamengo. Segue a declaração feita por Asseff ao jornal:
"A Nike nos deixou numa situação muito delicada. Essa camisa antes do jogo foi uma descortesia com o Botafogo. Uma atitude arrogante, que não nos foi comunicada. Isso possibilita a rescisão. Vamos imediatamente comunicar a Nike que estamos rescindindo o contrato. Além disso, vamos exigir uma compensação por perdas e danos morais, porque a imagem do clube ficou arranhada".
Se haverá multa é cedo para dizer, mas seria muito bom depois depois de tudo que a Nike nos fez. Aliás, este episódio da camisa nem foi tão grave assim, como eu comentei anteriormente. Tiveram casos anteriores bem piores, como a falta de uniformes (tendo até que jogar com camisas adaptadas em um jogo do carioca), o caso do muro da Gávea quebrado (que foi publicado no site da Nike), e até o caso do nosso time de basquete, que teve que jogar todo de branco porque a Nike "esqueceu" que também fornecia os uniformes para ele. Nem vou comentar o caso da falta de camisas nas lojas em 2007, privando o Fla de uma preciosa fonte de receitas.
Eu suspeito, ou melhor, eu estou acreditando que este novo episódio serviu apenas como uma desculpa. Foi a brecha que a diretoria e o nosso departamento jurídico queria para romper de vez. E ainda deu margem pro Fla poder sair ganhando algum por fora...
Agora é estudar as duas propostas que recebemos. O Flamengo, enquanto acerta seu divórcio com a Nike, vive um caso com duas amantes: a Adidas e a Olympikus. A tradicional marca alemã acenou com uma proposta de R$ 16 milhões anuais. A brasileira foi mais além: R$ 20 milhões e lojas do Flamengo nas principais capitais de todas as regiões no país, o que seria o maior contrato de um fornecedor esportivo da história do futebol brasileiro, com valor superior ao que a própria Petrobrás nos paga atualmente. A Adidas não desistiu de conquistar o coração rubro-negro (sem trocadilhos com o nome do blog) e aumentou a proposta para 17 milhões, com direito também a lojas do Fla em locais estratégicos pelo país.
Pessoalmente torço muito pela Olympikus. Não apenas pelo valor exageradamente alto (apesar de que apenas ele já me faria escolher a marca), mas sim pela relação que ela mantém com seus patrocinados. Desafio qualquer um que nunca tenha visto um comercial da Olympikus envolvendo a seleção brasileira de vôlei. Em contrapartida desafio qualquer um que já tenha visto um comercial da Nike envolvendo o Flamengo ou o Corinthians, um comercial da Adidas envolvendo o Fluminense ou o Palmeiras, ou mesmo um comercial da Reebok com o São Paulo.
A Olympikus tem prazer, orgulho, de dizer que patrocina quem patrocina. No site da empresa você depara a todo instante com imagens e informações referentes à seleção de vôlei e ao Comitê Olimpico Brasileiro. Tem até o "Blog do Bernardinho". Ao contrário da Nike ela sairia gritando aos quatro ventos que patrocina o Flamengo e quem ganha com isso é o proprio Fla.
A fornecedora atualmente explora a imagem vários patrocinados, como bolas de vôlei autografadas pelo Giba, entre outros. Não me surpreenderia se ela lançasse uma linha do tipo "luvas de goleiro do Bruno", só para dar um exemplo. A torcida sairia ganhando, podendo ter disponível uma chuva de produtos do Mengão, e o próprio Fla, que leva a porcentagem das vendas por fora (o patrocínio não fica apenas no valor anual pago, também há o lucro nas vendas, motivo da irritação pela Nike não ter posto camisas à venda em 2007).
No caso da Adidas, os valores seriam altos, os materiais poderiam inegavelmente ter uma qualidade superior, mas seríamos "mais um" para ela, nada de especial. Aliás, citei a "qualidade superior" dos produtos Adidas mas a Olympikus, é bom deixar claro, não é nenhuma empresa de fundo de quintal.
Independente de qual das duas acertar com o Fla, o dinheiro será muito (mas muito mesmo) bem vindo. Não apenas pela questão dos salários, mas para voltarmos a ter caixa, podendo investir no clube e, quem sabe, até bancar uma contratação de mais impacto (não, não estou falando do Ronaldo). Com este dinheiro poderíamos até mesmo pagar os 4 milhões de euros da multa recisória do Ibson ao Porto.
Para encerrar, a Petrobrás que se cuide. Além do baixíssimo valor pago (apenas o quarto maior do Brasil, para o time de maior torcida do mundo) tem cachorro grande de olho no patrocínio também, além do fornecimento de material esportivo.
Escrito por Nicholas Siqueira às 01h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Depois da tempestade...
As últimas semanas no Fla foram turbulentas. Não por crises ou maus resultados, longe disso, mas sim pelo excesso de decisões e jogos importantes. Nesta semana a calmaria toma conta da Gávea. Teremos daqui até domingo dois "amistosos" que pouco (ou nada) importam. Nem do Rio o time sai.
Primeiro o jogo de volta contra o América do México, no Maracanã. É inimaginável que o Fla perca de três gols de diferença. Na verdade, pelo que afirmam os jornais mexicanos, o América vem ao Brasil tentando não levar uma goleada histórica. Pra ser sincero eu nem acredito em grande goleada, o jogo deverá ter mesmo ritmo de amistoso.
Depois, no domingo e também no Maraca, temos outro jogo que de nada nos importa. Nem mesmo a massa rubro-negra estará presente, por conta daquela punição ainda no ano passado, que conseguimos adiar para não prejudicar a arrancada no final do brasileiro e as chances de classificação à Libertadores.
O Campeonato Brasileiro, para nós, será apenas uma "pedra no sapato" durante a disputa da Libertadores. Não ficarei surpreso se o Fla entrar em campo com um time mesclado entre reservas e juniores, parecido com aquele enfrentou o Vasco, contando com Marcelo Lomba, Thiago Salles, Egídio, Luizinho, Aírton e cia. Se alguém assistir o jogo será apenas para acompanhar a estréia do Caio Júnior.
O novo técnico, aliás, que devem estar estranhando por não ser o tema de hoje, é uma incógnita para mim. Ele tanto pode fazer história pelo Fla quanto ser um fracasso. Prefiro esperar um pouco para dar minha opinião. De concreto mesmo, ficam as duas últimas passagens do Caio, primeiro pelo fraco Paraná, que levou à Libertadores nas primeiras posições do brasileiro, e pelo Palmeiras, que não tinha metade do time que tem hoje e também figurou nas cabeças da tabela. Só não se classificou à Libertadores novamente por conta da exagerada concorrência ano passado, ao ponto do finalista Grêmio ter ficado de fora.
Esta semana "de folga" tem que ser bem aproveitada. O time tem que deixar de lado um pouco os costumeiros rachões e coletivos para treinar alguns fundamentos, inclusive algumas jogadas ensaiadas, algo que ainda não temos este ano. Nosso elenco é de longe o melhor do país, mas o Fla vem jogando nesta temporada na base da raça e do talento, com pitadas de "pó mágico" do Joel. Entrosados todos os mais de 30 jogadores já estão, precisa agora a comissão técnica botar a mão na massa e cozinhar esse bolo.
Outro ponto iportante é que a transição entre os técnicos seja feita de forma gradual. Devemos, inclusive, ter a inusitada cena dos dois treinadores na beira do gramado na quarta. A troca de técnicos no Brasil costuma ser turbulenta e prejudicial para os jogadores. Não será o nosso caso, melhor para o Fla.
Curtas
Para quem gosta de coincidências, Ney Franco fez sua estréia pelo Fla contra o Santos, no Brasileiro 2006. Joel Santana comandou o Mengo pela primeira vez contra o Santos, no Brasileiro 2007. Agora o Caio Júnior terá o gostinho de ter nas mãos o maior do mundo pela primeira vez (sozinho) contra o Santos, na estréia do Brasileiro 2008.
Segundo informa Carlos Monteiro, do diário Lance!, ontem haviam vascaínos no Maraca cantando a plenos pulmões no final do jogo: "ôôôô vice de novo". devem ter lavado a alma, coitados, se livrando deste peso de ser o nosso vice. É mole?
Escrito por Nicholas Siqueira às 15h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
ObinaCampeão!
O post de hoje vai ser diferente. Não vou eleger os melhores nem os piores, não comentarei o que vi nem deixei de ver.
Muito se falou que o Fla entraria em campo desgastado com a viagem de mais de um dia (agregados ida e volta) e não treinou com bola desde o jogo contra o América, lá no México. PVC e Juca Kfouri, são os maiores exemplos. São, para mim, os dois maiores jornalistas esportivos deste país e ambos apontaram o Botafogo como campeão. o Juca foi mais além, afirmando que o Mengo perdeu o título ao ganhar "apenas de 1x0" no primeiro jogo. Tudo isto por culpa da bendita viagem ao México.
Eu não os culpo. Os dois foram imparciais, fizeram uma análise crítica, ponderando os fatores extra-campo. Eles pecaram em um único ponto: Juca é corinthiano e o PVC palmeirense.
Nós, rubro-negros, tínhamos a certeza do título, sem a sombra de qualquer dúvida. Sabemos melhor do que ninguém que uma final de campeonato envolvendo o Flamengo é algo diferente, está acima do bem e do mal, do certo e do errado. Está acima dos palpites, dos retrospectos, de quaisquer fatores externos que sejam.
Nós tínhamos confiança inabalada, a cena do capitão Fábio Luciano erguendo a taça nos veio quase como um "déjà vu". Existe uma enorme diferença entre uma semifinal de turno que pouco valia (estávamos na final do campeonato) e de uma decisão. A mística rubro-negra, principalmente num lindo Maracanã pintado de preto e vermelho nunca ia permitir que o mais querido "amarelasse" numa partida valendo caneco.
O Flamengo é diferente, é único. Nós sentimos isso, sentimos esta aura, esta paixão acima de qualquer outra coisa.
Wallpaper do Campeão
Três modelos para ficarmos ainda mais orgulhosos com o Fla (se é que isso é possível) cada vez que olharmos para a tela do computador.
Basta escolher o(s) modelo(s) e clicar na resolução de tela para baixar. A página é esta aqui.
Saudações Rubro-Negras e bicampeãs!
Escrito por Nicholas Siqueira às 19h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Flamengo x Botafogo
Cheguei na hora do jogo, já começou inclusive.
Transmissão pelo Sopcast, canal Eclética TV. A qualidade está realmente baixa, mas dá pra assistir. Irei procurar alternativos.
Transmissão também pela Urubu-TV. A qualidade é quase igual, mas conecta melhor.
Escrito por Nicholas Siqueira às 16h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A polêmica camisa
Na véspera da grande decisão, o secador de plantão jornalista Vítor Birner, postou no seu blog as fotos de uma camisa que supostamente estaria sido vendida na loja da Nike no shopping Higienópolis, aqui em São Paulo (?). Nem mesmo se sabe se essa camisa realmente é um verdadeiro produto da Nike (as fotos de péssima qualidade só aumentam as dúvidas), mas vem adquirindo um destaque enorme na mídia esportiva.
Considerarei que a camisa existe, é verdadeira e a Nike sabe de sua existência, para prosseguir escrevendo o que penso.
Primeiro falo do óbvio. É de conhecimento geral que o casamento entre o Flamengo e a Nike está chegando ao fim. Após vários tristes episódios (que não vale a pena relembrar), recebemos propostas milionárias da Olympikus e da Adidas (que além do dinheiro prometem uma rede de lojas da marca Flamengo espalhadas pelo Brasil).
A Nike, diante deste cenário, vem tentando lucrar o máximo possível em cima do Fla enquanto pode. Abaixou o preço de vários produtos, lançou a camisa número 3 (que nem mesmo vem sendo usada), até mesmo trouxe de volta algumas camisas dos modelos anteriores sob a desculpa de que "são para os colecionadores". Esta camisa de campeão carioca (repito, caso verdadeira) seria mais uma tentativa de lucrar algum.
Como muitos devem saber, os produtos de campeão normalmente são produzidos antes da hora, espera-se a confirmação do título, cola-se os adesivos (silk) na malha e são colocados à venda enquanto o título está "quentinho". Quando há a derrota, o material encalha e acaba sendo reaproveitado em outro campeonato. Para a Nike pode não haver um próximo campeonato carioca. Alguns exemplares são logo postos à venda, antes da hora. Se perder o título pelo menos vendeu alguma coisa.
Para quem acha que eu estou exagerando, que uma empresa multinacional não se prestaria a um papel destes, lembrem-se da foto do muro todo quebrado na sede do Fla, que foi publicada no site da Nike quando começaram a surgir os boatos da recisão.
O outro porém, para o caso desta famigerada camisa, é o costume das empresas de material esportivo, não apenas a própria Nike, como também todas as outras, que nos Estados Unidos "entopem" as lojas antes das decisões, seja na NBA, MLB, NHL, etc. Nos dias e semanas que antecedem os jogos decisivos, é possível comprar camisas, bonés, chaveiros, meias, se duvidar até cuecas, com as inscrições de "campeão" junto às cores, logotipo e nome dos times em questão.
Aqui no Brasil qualquer coisa soa logo como ofensiva. Chovem falsos moralistas por todos os lados, tentando aparecer de todas as formas possíveis e imagináveis, atacando os horrores que são cometidos. Tudo balela.
Agora deixo aqui o mesmo comentário que deixei lá pro Vitor Birner:
"Estão todos comentando, junto com o blogueiro, o que acontecerá caso o Flamengo perca o título.
Pergunto o inverso, o que acontecerá caso o Flamengo confirme o título (sim, quem está em vantagem precisa confirmar, quem está em desvantagem precisa reverter). Ficarão todos com cara de bund* por terem criado esse auê todo por nada.
Então, resumindo, dos dois um: ou a Nike fica com o preju, ou o Birner com a cara de bund*. As chances tão aí em pé de igualdade (vantagem pro Flamengo, mas vou considerar 50-50).
É birner... já começa a ver com outros olhos a confusão que tu pode ter aprontado eim camarada..."
Eu gostava tanto da dobradinha Vitor Birner e Juca Kfouri, no CBN Esporte Clube que tentarei não deixar este episódio afetar meu julgamento, mas não vai ser tão fácil. Estou achando que daqui em diante irei olhar para o Birner (ou escutá-lo) com a imagem na cabeça de que se trata de um mero torcedor, e não de um jornalista. Tomara que não.
Escrito por Nicholas Siqueira às 04h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
. |